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quinta-feira, 3 de março de 2011

Lincoln Memorial





Uma Imagem já conhecida por vocês, eu acredito, já mostrada em vários filmes simbolizando o capitalismo e que sempre me chamou atenção, pois homenageia Lincoln, advogado, politico, empreendedor, conservador e ao mesmo tempo humanista, sem duvida um dos maiores políticos da historia.

O Lincoln Memorial é um monumento localizado em Washington D.C., Estados Unidos, em homenagem ao ex-presidente estadunidense Abraham Lincoln. O monumento foi concluído em 1922 e arquitetado por Henry Bacon, o esculpista foi Daniel Chester French e o pintor dos murais internos foi Jules Guerin.

Na parede atrás da estátua estão escritos os seguintes dizeres:
IN THIS TEMPLE

AS IN THE HEARTS OF THE PEOPLE

FOR WHOM HE SAVED THE UNION

THE MEMORY OF ABRAHAM LINCOLN

IS ENSHRINED FOREVER


Curiosidade.:

Há uma série de lendas urbanas associadas ao memorial. Uma lenda popular é que Lincoln é mostrado usando a linguagem de surdos para representar suas iniciais, com sua mão esquerda moldada para formar um "A" e sua mão direita para formar um "L". O National Park Service nega as histórias. O historiador Gerald Prokopowicz escreve que, enquanto não é claro que escultor Daniel Chester French tenha feito as mãos destinadas a ser formar em assinar versões linguísticas da sua sigla, é possível que a intenção do francês , uma vez que ele estava familiarizado com a American Sign Language, e ele teria tido uma razão para o fazer, ou seja, para prestar homenagem a Lincoln por ter assinado a lei federal, dando a uma Universidade para surdos, a autoridade para conceder graus.



Josuah Teixeira

terça-feira, 1 de março de 2011

A Expressão de Edvard Munch


O Expressionismo tem como característica projetar na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva. O artista expressionista prioriza a expressão dos sentimentos mais que a descrição objetiva da realidade.

Edvard Munch foi um importante artista plástico norueguês, considerado por muitos estudiosos das artes plásticas como um dos artistas que iniciaram o expressionismo na Alemanha.Teve uma família muito conturbada, pois sua mãe e irmã morreram quando Munch ainda era jovem. Seu pai era fanático religioso e sua outra irmã tinha problemas mentais. Não bastasse, Munch ainda ficou doente quando criança. Já adulto, Munch começou a apresentar um quadro psicológico conturbado e conflituoso, Alguns estudiosos afirmam a possibilidade de Munch ter possuído transtorno bipolar. O Expressionista estudou artes plásticas no Liceu de Artes e Oficios da Cidade de Oslo, capital da Noruega.

A Obra "O Grito" (imagem à esquerda) foi pintada em 1893, e considerada um dos símbolos do expressionismo.

No expressionismo, a arte é reflexo do mundo interior do artista. Munch expressou a sua dor e angústia de uma vida conturbada e triste na obra que estamos vendo? Munch escreveu em seu diário a fonte de inspiração para essa tela:

"Passeava com dois amigos ao pôr-do-sol – o céu ficou de súbito vermelho-sangue – eu parei, exausto, e inclinei-me sobre a mureta– havia sangue e línguas de fogo sobre o azul escuro do fjord e sobre a cidade – os meus amigos continuaram, mas eu fiquei ali a tremer de ansiedade – e senti o grito infinito da Natureza"

Ao apreciarmos essa obra, vejo a impossibilidade de não reagir a esse momento de dor. Nós interagimos com o que a imagem, as cores, a desordem do fundo, a expressão no rosto desenhado. O contraste que se dá ao céu laranja-fogo com o azul-vidro do rio, aumenta a dramaticidade. Sentimos o grito nos afetando assim como afeta o fundo da imagem, deixando-a torta e dolorosa. Enquanto em contraste também a indiferença dos amigos que continuam a caminhar, e ao não-natural, a ponte. Estes continuam intactos à demonstração de dor.

Minhas observações:

Gosto dessa tela, e portanto, do expressionismo, pela forte subjetividade, e reflexão que temos a partir do contato com obras como esta. Vejo que essa imagem não só reflete a vida pessoal de Munch. Muitas pessoas se identificam com a obra. E vemos aqui no nosso dia-a-dia, passamos por tantas pessoas em uma caminhada, na nossa jornada de trabalho, no nosso curso e nem nos damos conta da angústia dos que convivem com a gente e nem eles da nossa. Inúmeras pessoas sofrem e na maioria somos indiferentes a dor que não é nossa.


Bruna Guedes Cortez Prego