quinta-feira, 31 de março de 2011

A propaganda como enigma


Escolhemos  "A imagem como enigma" e percebemos que o enigma na propaganda nada mais é que propagandas como mensagens subliminares, que influenciam o cliente a comprar. Como por exemplo, as famílias estereotipadas, que são felizes e sem grandes problemas como nas campanhas de margarina. Com isso decidimos falar da influencia das propagandas. Como essa de  cerveja, que a empresa Kaiser mostra uma mulher considerada gostosa e bonita pelos homens. Assim, se analisarmos a campanha percebemos que a modelo representa a cerveja, de acordo com as cores de sua roupa que tem as mesmas cores da cerveja. Assim dentro do copo da aparecer que você vai beber uma bebida gostosa, tanto quanto a modelo.

 Grupo Matutino A01:
Amanda Albuquerque
Ana Luiza Camargo
Isabella Nunes
Maria Eduarda Andrade
Yana Maques

Visita a exposição hoje às 20 horas, lembrando que a chamda será realizada no local, e a exposição encerrará as 22 horas.

Segue abaixo o e-convite.

quarta-feira, 30 de março de 2011

O "Mistério" na Publicidade

Tema: O "Mistério" na Publicidade
Escolhemos este tema, pois como estudamos ao ler o capítulo "A imagem como pesadelo", notamos que atrás de uma simples imagem existem mistérios que poucas pessoas conseguem detectar com o primeiro contato. Na publicidade observamos este tipo de assunto em peças publicitárias que retratam problemas sociais abrangentes, como por exemplo a imagem abaixo, da organização não-governamental WWF, que é contra a venda de lembranças de animais exóticos.



Grupo: Hadassa Guimarães Oliveira
            Thalita Toledo Silva
            Millene Correia Morete
            Ulisses Panta
            Ana Maria  Mattos

terça-feira, 29 de março de 2011

A imagem como memória


'A imagem como meu memória' foi o tema escolhido por nosso grupo pelo fato do título ter nos chamado a atenção. É fascinante a possibilidade de um momento ou uma pessoa se tornar imortal através da imagem, da arte.
A imagem postada é a maquete de Peter Eisenman; o monumento do Holocausto de Berlim. Retrata a lembrança de um lugar, traz uma história que pode ser contada e ficar na memória.



Grupo:
Gyovanna Gonçalves
Icaro Bruno
Nathalia Leão
Pedro Bastos
Roanny Nóbrega

quinta-feira, 24 de março de 2011

Borboleta - Romero Britto



Assim como o Emerson, estou super atrasada com a postagem, mas enfim, o importante é fazê-la.
Escolhi essa imagem do Romero Britto, por ter uma 'história' com ela, digamos assim. Meu primeiro contato com essa obra foi num estúdio de tatuagem, onde vi a obra numa das pastas do tatuador e me interessei por ela. Não sabia que se tratava de uma obra de um grande artista, pra mim, não passava de um simples desenho. Algum tempo depois, descobri quem era o artista responsável pela obra e conheci outras obras dele, gostei muito dos traços característicos do Romero, na maioria das obras ele usa textura gráfica e, geralmente, elas tratam de assuntos importantes para o dia-a-dia. Suas obras, na maioria das vezes, não são exatamente iguais à realidade, pois apresentam linhas, pontos, divisões e fragmentos de sua assinatura. Começou no mundo do graffite, no Brasil, e conquistou fãs em todo o mundo, porém a crítica especializada ainda reluta em assumir o seu sucesso. Eu gosto e você, gosta também?

"Na condição de criança pobre no Brasil, tive contato com o lado mais sombrio da humanidade. Como resultado, passei a pintar para trazer luz e cor para minha vida." (Romero Britto)


Luana dos Santos Neto

quarta-feira, 23 de março de 2011

Liu Bolin - O homem invisivel


Muito bem, como estou bastante atrasado na postagem, vou fugir um pouco das telas convencionais, pois, muitas ja foram postadas por aqui, e lhes mostrarei o corpo como tela. Apresento a vocês Liu Bolin, um atual artista chinês que utiliza seu proprio corpo, e, as vezes, de alguns modelos como uma tela em branco e se misturam ao ambiente de fundo, seja la qual for esse fundo; cabine telefonica, trator, prateleiras de supermecado, paredes, arvores, etc, conseguindo assim 'desaparecer' e se tornar um homem 'invisivel'.
Em 2005, o governo chines fechou o atelie de Liu e de varios outros artistas, proibiram varias exposições de arte, e, como forma de protesto, ele foi para as ruas, utilizando o corpo como tela, 'invadindo' e se misturando com os cenarios, assim como as autoridades chinesas fizeram com o seu espaço.
A qualidade de pintura e camuflagem é impressionante, muitas pessoas passam despercebido por ele e so percebem que existe alguem ali quando Liu se movimenta. Suas fotografias nao possuem nenhum tratamento virtual. Para quem ficou curioso e se interessou procure mais do trabalho desse chinês no Google Imagens.

Emerson Vilela